31 de maio de 2012

Declaração de Utrecht (1889)


Declaração de Utrecht (1889)

Segue-se aqui a Declaração de Utrecht, promulgada em 1889 pela União de Utrecht das Igrejas Vétero-Católicas e assinada por Heykamp, Rinkel, Diependaal, Reinkens e Herzog:[3]
1. Aderimos a Regra de Fé formulada por São Vicente de Lérins nestes termos: "Teneamus Id, quod quod, semper ubique, quod ab omnibus est Creditum; hoc est etenim Catholicum proprieque vere"(Afirmemos aquilo em que se tem acreditado em todas as partes, sempre e por todos, porque isso é verdadeiro e propriamente Católico). Assim sendo, conservamos e professamos nossa fé nas doutrinas da Igreja Primitiva expostas nos Símbolos Ecumênicos e especificadas nas decisões dos Concílios realizados pela Igreja indivisa do primeiro milênio.
2. Por isso, rejeitamos os decretos do Concílio Vaticano, que foram promulgados em 18 de Julho de 1870 relativos à infalibilidade e ao Episcopado Universal do Bispo de Roma, decretos que estão em contradição com a fé da Igreja Antiga, e que destroem sua constituição canônica, atribuindo ao Papa a plenitude dos poderes eclesiásticos sobre todas asDioceses e sobre todos os fiéis. Pela negação de sua competência primacial, não queremos negar a primazia histórica que vários Concílios Ecumênicos e os Padres da Igrejaantiga atribuíram ao Bispo de Roma, reconhecendo-o como o Primus inter pares.
3. Rejeitamos o dogma da Imaculada Conceição promulgado pelo Papa Pio IX em 1854, a despeito das Sagradas Escrituras e em contradição com a Tradição dos primeiros séculos.
4. Quanto as encíclicas publicadas pelos Bispos de Roma nos últimos anos, por exemplo, a Bula Unigenitus e Auctorem Fidei, e o "Syllabus" de 1864 - nós as rejeitamos em todos os pontos, pois estão em contradição com a doutrina da Igreja primitiva, e não as reconhecemos como obrigatórias às consciências dos fiéis. Renovamos os protestos da Igreja Católica da Holanda contra os erros da Cúria Romana, e contra os ataques aos direitos das Igrejas nacionais.
5. Nos recusamos a aceitar os decretos do Concílio de Trento em matéria de disciplina, bem como as decisões dogmáticas deste Concílio, e iremos aceitá-las apenas na medida em que estejam em harmonia com os ensinamentos da Igreja primitiva.
6. Considerando que a Santa Eucaristia sempre foi o verdadeiro ponto central do culto católico. É nosso dever declarar que conservamos com perfeita fidelidade a antiga doutrina católica sobre o Sacramento do Altar, acreditando que recebemos o Corpo e o Sangue de nosso Salvador Jesus Cristo sob as espécies do pão e do vinho. A celebração eucarística na Igreja não é uma repetição contínua, nem a renovação do sacrifício expiatório que Jesus ofereceu de uma vez por todas na cruz, mas é um sacrifício porque é a comemoração perpétua do sacrifício oferecido na Cruz, e é o ato pelo qual nós representamos na Terra a oferta que Jesus Cristo faz no Céu, de acordo com a Epístola aos Hebreus 9:11-12, para a salvação da humanidade redimida, intercedendo por nós na presença de Deus (Heb. 9:24). A Santa Eucaristia é, ao mesmo tempo um banquete sacrificial por meio da qual os fiéis, ao receberem o Corpo e o Sangue de Nosso Salvador, entram em comunhão íntima com Ele e uns com os outros (1 Cor . X. 17).
7. Esperamos que os teólogos católicos, mantendo a fé da Igreja indivisa, tenham êxito em estabelecer acordos sobre as questões controversas que provocaram divisões na Igreja. Nós exortamos aos sacerdotes sob nossa jursidição que ensinem e preguem aos jovens as verdades cristãs essenciais professadas por todas as confissões cristãs, evitando as discussões sobre temas controversos que levem a violação da verdade e da caridade, oferecendo através de nossas palavras e atos o exemplo para nossos fiéis.
8. Mantendo e professando fielmente a doutrina de Jesus Cristo, recusando os erros que se infiltraram na Igreja Católica, os abusos eclesiásticos e as tendências mundanas da hierarquia, acreditamos que seremos capazes de combater eficazmente os grandes males dos nossos dias que são a incredulidade e indiferença religiosa.

Ano litúrgico



O mês de Outubro em um calendário do Abbotsbury Abbey, manuscrito do século XIII (British Library, Cotton MS Cleopatra B IX, folio 59r).
O Ano litúrgico é o período de doze meses, divididos em tempos litúrgicos, onde se celebram como memorial, os mistérios de Cristo, assim como a memória dos Santos.

Diferença entre o ano civil e o ano litúrgico

Durante o ano inteiro celebramos a vida de Cristo, desde a sua em Encarnação no seio da Virgem Maria, passando pelo seu Nascimento, Paixão, Morte, Ressurreição, até a sua Ascensão e a vinda do Espírito Santo.
Mas enquanto civilmente se comemoram fatos passados que aconteceram uma vez e não acontecerão mais, (muito embora esses fatos influenciem a nossa vida até os dias de hoje), no Ano Litúrgico, além da comemoração, vivemos na atualidade, no dia-a-dia de nossas vidas, todos os aspectos da salvação operada por Cristo. A celebração dos acontecimentos da Salvação é actualizada, tornada presente na vida actual dos crentes.
Por exemplo: no dia 7 de Setembro comemora-se o Dia da Independência do Brasil. Pois bem, esse fato aconteceu uma única vez na História do mundo. Já do ponto de vista religioso, no Ano Litúrgico, a cada Natal é Cristo que nasce no meio das famílias humanas, é Cristo que sofre e morre na cruz na Semana Santa, é Cristo que ressuscita na Páscoa, é Cristo que derrama o Espírito Santo sobre a Igreja no dia de Pentecostes. De forma que, ao fazermos memória das atitudes e dos fatos ocorridos com Jesus no passado, essas mesmas atitudes e fatos tornam-se presentes e actuantes, acontecem hoje, no aqui e agora da vida dos cristãos.

Organização do ano litúrgico

Com base no que foi comentado acima, podemos perceber que existiu a necessidade de se organizar essas comemorações. E assim a Igreja fez, ao longo de séculos, estabelecendo um calendário de datas a serem seguidas, que ficou sendo denominado de “Ano Litúrgico” ou “Calendário Litúrgico”.
O Ano Civil começa em 1º de Janeiro e termina em 31 de Dezembro. Já o Ano Litúrgico começa no 1º Domingo do Advento (cerca de quatro semanas antes do Natal) e termina no sábado anterior a ele. Podemos perceber, também, que o Ano Litúrgico está dividido em “Tempos Litúrgicos”, como veremos a seguir.
Antes, porém, vale a pena lembrar que o Ano Litúrgico é composto de dias, e que esses dias são santificados pelas celebrações litúrgicas do povo de Deus, principalmente pelo Sacrifício Eucarístico e pela Liturgia das Horas. Por esses dias serem santificados, eles passam a ser denominados dias litúrgicos. A celebração do Domingo e das Solenidades, porém, começa com as Vésperas (na parte da tarde) do dia anterior.
Dentre os Dias Litúrgicos da semana, no primeiro dia, ou seja, no Domingo (Dia do Senhor), a Igreja celebra o Mistério Pascal de Jesus, obedecendo à tradição dos Apóstolos. Por esse motivo, o Domingo deve ser tido como o principal dia de festa.
Cada rito litúrgico da Igreja Católica tem o seu Calendário Litúrgico próprio, com mais ou menos diferenças em relação ao Calendário Litúrgico do Rito romano, o mais conhecido. No entanto, para todos os ritos litúrgicos é idêntico o significado do Ano litúrgico, assim como a existência dos diversos tempos litúrgicos e das principais festas litúrgicas.
A Igreja estabeleceu, para o Rito romano, uma seqüência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades. As leituras desses dias são divididas em ano A, B e C. No ano A lêem-se as leituras do Evangelho de São Mateus; no ano B, o de São Marcos e no ano C, o de São Lucas. Já o Evangelho de São João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades.
Nos dias da semana do Tempo Comum, há leituras diferentes para os anos pares e para os anos ímpares, tirando o Evangelho, que se repete de ano a ano. Deste modo, os católicos, de três em três anos, se acompanharem a liturgia diária, terão lido quase toda a Bíblia.
O Ano Litúrgico da Igreja é assim dividido:
  1. Ciclo da Páscoa
  2. Ciclo do Natal
  3. Tempo comum
  4. Ciclo santoral
Este Ano litúrgico da Igreja tem leituras bíblicas apropriadas para as comemorações de cada santo em particular, perfazendo um total de 161 comemorações. Destas, apenas 10 têm leituras próprias. Aí também estão as 15 solenidades e 25 festas, com leituras obrigatórias, as 64 memórias obrigatórias e 94 memórias facultativas, com leituras opcionais. O Calendário apresenta também 44 leituras referentes à ressurreição de Jesus Cristo, além de diversas leituras para os Santos, Doutores da Igreja, Mártires, Virgens, Pastores e Nossa Senhora.

Tempos litúrgicos


As divisões do Ano Litúrgico.
Estes tempos litúrgicos existem em toda a Igreja Católica. Há apenas algumas diferenças entre os vários ritos, nomeadamente em relação à duração de cada um e à data e importância de determinadas festividades. A descrição que se segue corresponde ao Rito romano.

Tempo do Advento

O Tempo do Advento possui dupla característica: sendo um tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que comemoramos a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também um tempo em que, por meio desta lembrança, se voltam os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos. Por esse duplo motivo, o tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa expectativa da vinda do Messias, além de se apresentar como um tempo de purificação de vida. O tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina no dia 24 de Dezembro, desembocando na comemoração do nascimento de Cristo. É um tempo de festa, mas de alegria moderada.

Tempo do Natal

Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem. O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus. No ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família, de Maria, mãe de Jesus e do Batismo de Jesus.

Tempo da Quaresma

O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura quarenta dias. Neste período não se diz o Aleluia, nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Glória a Deus nas alturas, para que as manifestações de alegria sejam expressadas de forma mais intensa no tempo que se segue, a Páscoa. A Quaresma inicia-se na Quarta-feira de Cinzas, e termina no Lava Pés .

Tríduo Pascal

O Tríduo Pascal começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa. Neste dia, é celebrada a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, e comemora-se o gesto de humildade de Jesus ao lavar os pés dos discípulos.
Na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. É o único dia do ano que não tem Missa, acontece apenas uma Celebração da Palavra chamada de “Ação ou Ato Litúrgico”.
Durante o Sábado Santo, a Igreja não exerce qualquer acto litúrgico, permanecendo em contemplação de Jesus morto e sepultado.
Na noite de Sábado Santo, já pertencente ao Domingo de Páscoa, acontece a solene Vigília pascal. Conclui-se, então, o Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-Feira, Sexta-Feira e o Sábado Santo, que prepara o ponto máximo da Páscoa: o Domingo da Ressurreição.

Tempo Pascal

A Festa da Páscoa ou da Ressurreição do Senhor, se estende por cinqüenta dias entre o domingo de Páscoa e o domingo de Pentecostes, comemorando a volta de Cristo ao Pai na Ascensão, e o envio do Espírito Santo. Estas sete semanas devem ser celebradas com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou, melhor ainda, como se fossem um grande domingo, vivendo uma espiritualidade de alegria no Cristo Ressuscitado e crendo firmemente na vida eterna.

Tempo Comum


Além dos tempos que têm características próprias, restam no ciclo anual trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos. É um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança acolhimento da Palavra de Deus. Este tempo é chamado de Tempo Comum, mas não tem nada de vazio. É o tempo da Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e no trabalho pelo Reino. O Tempo Comum é dividido em duas partes: a primeira fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, e é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento, e é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser sal da terra e luz do mundo.
O Tempo Comum é ainda tempo privilegiado para celebrar as memórias da Virgem Maria e dos Santos.

Festas de guarda

 Baseando-se no terceiro mandamento da Lei de Deus (guardar os domingos e festas de guarda), a Igreja Católica estipula que todos os católicos são obrigados a irem à missa em todos os domingos e festas de guarda. Por isso, esta obrigação está também presente nos Cinco Mandamentos da Igreja Católica. A maior parte das festas de guarda calham sempre num domingo (ex: Domingo de Ramos, Pentecostes, domingo de Páscoa, Santíssima Trindade, etc.), que já é o dia semanal obrigatório de preceito ou guarda. Então, as festas de guarda que podem não ser no domingo são apenas dez:

Porém, nem todos os países e dioceses festejam e guardam estes dez dias de preceito, porque, "com a prévia aprovação da Sé Apostólica, [...] a Conferência Episcopal pode suprimir algumas das festas de preceito ou transferi-los para um domingo".[1]

Cores litúrgicas

O altar, o tabernáculo, o ambão, a estola e a casula usadas pelo sacerdote combinam todos com uma mesma cor, que varia ao longo do ano litúrgico. Na verdade, a cor usada num certo dia é válida para a Igreja em todo o mundo, que obedece a um mesmo calendário litúrgico. Conforme a missa do dia, indicada pelo calendário litúrgico, fica estabelecida uma determinada cor (a excepção vai para as igrejas que celebram naquele determinado dia o seu santo padroeiro).
Desta forma, concluiu-se que as diferentes cores possuem algum significado para a Igreja: elas visam manifestar externamente o caráter dos Mistérios celebrados e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do Ano Litúrgico. Manifesta também a unidade da Igreja. No início havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas cores litúrgicas. Estas só foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo, devido ao seu alto valor teológico e explicativo, os cristãos do mundo inteiro aderiram a esse costume, que tomou assim, caráter universal. As cores litúrgicas são seis:
Branco
- Usado na Páscoa, no Natal, nas Festas do Senhor, nas Festas da Virgem Maria, de São João Evangelista (apóstolo) e dos Santos, excepto dos mártires e dos apóstolos. Simboliza alegria, ressurreição, vitória e pureza. Sempre é usado em missas festivas.
Vermelho
- Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão e do Domingo de Ramos. Usado nas missas do Crisma, celebradas normalmente no dia dos Pentecostes, e de mártires.
Verde
- Usa-se nos domingos normais e dias da semana do Tempo Comum. Está ligado ao crescimento, à esperança.
Roxo
- Usado no Advento. Na Quaresma também se usa, a par de uma variante, o violeta. É símbolo da penitência, da serenidade e de preparação, por lembrar a noite. Também pode ser usado nas missas dos Fiéis Defuntos e na celebração da penitência.
Rosa
- O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e 4º domingo da Quaresma (Laetare). Simboliza uma breve pausa, um certo alívio no rigor da penitência da Quaresma e na preparação do Advento.
Preto
- Representa o luto da Igreja. Usa-se na celebração do Dia dos Fiéis Defuntos e nas missas dos Fiéis Defuntos.

Cálculo do atual ano litúrgico

O Ano Litúrgico passa por três ciclos, também chamado de anos A, B, C.
A cada ano tem uma sequência de leituras próprias, ou seja, leituras para o ano A, ano B e para o ano C. Para saber de que ciclo é um determinado ano, parte-se deste princípio: o ano que é múltiplo de 3 é do ciclo C.
Para saber se um número é múltiplo de 3, basta somar todos os algarismos, e se o resultado for múltiplo de 3, o número também o é.
Exemplo:
  • 1998 é 1+9+9+8 = 27 (é múltiplo de três) logo é ano C
  • 1999 é 1 + 9 + 9 + 9 = 28 (27+1) = ano A
  • 2000 é 2+0+0+0 = 2 = ano B
  • 2001 é 2+0+0+1 = 3 = ano C
  • 2002 é 2+0+0+2 = 4 (3+1) = Ano A
  • 2008 é 2+0+0+8 = 10 (9+1) = Ano A
  • 2009 é 2+0+0+9 = 11

Referências

a b Cânon 1246 do Código de Direito Canónico (em ingl

ORAÇÃO DO DIZIMISTA( Razões para sermos dizimistas))


ORAÇÃO DO DIZIMISTA

Recebei, Senhor, minha oferta.
Não é uma esmola porque
não sois mendigo;
não é uma contribuição porque
não precisais;
não é o resto que me sobra
que vos ofereço.
Esta importância representa, Senhor,
meu reconhecimento, meu amor e
minha generosidade.
Pois, se tenho, é porque me deste.
Obrigado, Senhor!
AMÉM.

Dez boas razões para ser Dizimista


01 – O dízimo é uma profunda relação entre você e Deus.
02 – A oferta do dízimo é o reconhecimento dos dons gratuitos recebidos de Deus Pai, retribuindo, de forma justa, parte do que d’Ele você recebeu.
03 – Seu dízimo ajuda a manter a comunidade religiosa, patrimônio de todos.
04 – O dízimo mantém, também, os que vivem para o Evangelho.
05 – O dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão.
06 – Sua alegria será extremamente grande, quando você verificar daqui a algum tempo o que, com o seu dízimo, se tornou possível.
07 – Em vez de obrigação, você vai se sentir grato e agradecido a Deus por lhe dar condições de participar da vida paroquial com seu dízimo.
08 – A prática do dízimo integra, cada vez mais, a pessoa à comunidade.
09 – A sua oferta permanente tornará vitoriosa a Pastoral do Dízimo.
10 – Com a oferta do dízimo, você será participante ativo na construção do Reino de Deus.
Antes de começar a gastar, devemos honrar a Deus dando-Lhe o que Lhe pertence primeiro. A Bíblia diz em Provérbios 3:9 “Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda.”
Que parte do nosso salário pertence a Deus? A Bíblia diz em Levítico 27:30 “Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem ao senhor; santos são ao Senhor.”
Dar o dízimo é uma forma de aprender que Deus ocupa o primeiro lugar na nossa vida. A Bíblia diz em Deuterenômio 14:22-23 “Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo. E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus por todos os dias.”
Como era o dízimo usado em Israel? A Bíblia diz em Números 18:21 “Eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, o serviço da tenda da revelação.”
Cristo aprovou o dízimo. A Bíblia diz em Mateus 23:23 “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.”
Que diz Paulo sobre como o ministério do evangelho será sustentado? A Bíblia diz em 1 Coríntios 9:13-14 “Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que servem ao altar, participam do altar? 4Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.”
Em que princípio se basea a devolução do dízimo? A Bíblia diz em Salmos 24:1 “Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam.”
De donde vêm as riquezas? A Bíblia diz em Deuterenômio 8:18 “Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque ele é o que te dá força para adquirires riquezas; a fim de confirmar o seu pacto, que jurou a teus pais, como hoje se vê.”
Além do dízimo que mais devemos trazer ao Seu santuário? A Bíblia diz em Salmos 96:8 “Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome; trazei oferendas, e entrai nos seus átrios.”
Deus diz que quando não damos dízimos e ofertas, estamos roubando-Lhe. A Bíblia diz em Malaquias 3:8 “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.”
Como sugere Deus que provemos as bencãos que Ele prometeu? A Bíblia diz em Malaquias 3:10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança.”
Dá com alegria como quem quer agradar a Deus. A Bíblia diz em 2 Coríntios 9:7 “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria.”
Deus diz que o que damos deve reflectir com honestidade o que recebemos. A Bíblia diz em Deuterenômio 16:17 “Cada qual oferecerá conforme puder, conforme a bênção que o Senhor teu Deus lhe houver dado.”

30 de maio de 2012

IMAGENS PODEM SER NECESSÁRIAS, ÚTEIS E BENÉFICAS


Com efeito:
Tanto em Êxodo 20,4, quanto em Deuteronômio 5,8 consta o seguinte

"לא תעשׁה לך פסל וכל תמונה אשׂר בשׂמים ממעל ואשׂר בארץ מתחת ואשׂר במים מתחת לארץ "

A quarta palavra da direita para a esquerda encontramos a palavra "פסל" que se lê "FESEL" que, no hebraico, significa ÍDOLO. Nas traduções bíblicas encontramos quase sempre "IMAGENS DE ESCULTURA" ou "IMAGENS ESCULPIDAS". Não está errado. Apenas devemos entender que não se trata de qualquer imagem e sim apenas como imagens de ídolos. É o que se entende quando lemos com cuidado todo o início do Decálogo em que podemos verificar facilmente que se trata de ídolos.
De forma alguma devemos aí incluir toda e qualquer imagem que Deus considera como necessárias, úteis e benéficas. Fosse o contrário, então Deus não teria:

1 - mandado fazê-las (Êxodo 25,18; Números 21,8)

2 - dado suas ordens ao povo falando do meio dos querubins de ouro (Êxodo 25,22);

3 - operado milagres através delas (Números 21,9; Êxodo 25,22);

4 - aprovado tais imagens, quando encheu com sua glória o templo de Salomão (que estava repleto delas "por dentro e por fora") (Números 21,9; 1 Reis 8, 10-11; Êxodo 25,22);

5 - permitido que seus amigos o adorassem prostrados à frente delas (Josué 7,6)




29 de maio de 2012

INTERCESSÃO DOS SANTOS - IDOLATRIA



Os santos, depois desta, podem muito mais ainda que quando caminhavam conosco nesta vida. Eles receberam de Cristo o PODER de reinar, julgar e até de nos introduzir nos céus.

1 - REINAM

"... aqueles que receberam a abundância da graça e o dom da justiça REINARÃO na vida [eterna] por um só, que é Jesus Cristo!" (Romanos 5,17)

"Eis uma verdade absolutamente certa: Se morrermos com ele, com ele viveremos; se soubermos perseverar, com ele REINAREMOS" (II Timóteo 2,11-12)

"Cantavam um cântico novo, dizendo: Tu és digno de receber o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste imolado e resgataste para Deus, ao preço de teu sangue, homens de toda tribo, língua, povo e raça; e deles fizeste para nosso Deus um reino de sacerdotes, que REINAM sobre a terra" (Apocalipse 5, 9-10)

"Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: REINARÃO com ele durante os mil anos" (Apocalipse 20,6)

"Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de REINAR pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 22,5);

"Veio o primeiro: Senhor, a tua mina rendeu dez outras minas. Ele lhe disse: Muito bem, servo bom; porque foste fiel nas coisas pequenas, receberás o governo de dez cidades" (São Lucas 19,16-17)

2 - JULGAM

"... vós tendes permanecido comigo nas minhas provações; eu, pois, disponho do Reino a vosso favor, assim como meu Pai o dispôs a meu favor, para que comais e bebais à minha mesa no meu Reino e vos SENTEIS EM TRONOS, para JULGAR as doze tribos de Israel. (São Lucas 22,28-30)

"Não julgueis que vos hei de acusar diante do Pai; HÁ QUEM VOS ACUSA: Moisés, no qual colocais a vossa esperança" (São João 5,45)

"Ainda mais, o incircunciso de nascimento, cumprindo a lei, TE JULGARÁ que, com a letra e com a circuncisão, és transgressor da lei. (Romanos 2,27)

"O homem espiritual, ao contrário, julga todas as coisas e não é julgado por ninguém" (I Coríntios 2,15)

"Não sabeis que os santos julgarão o mundo?... " (1 Coríntios 6,2

"Não sabeis que julgaremos os anjos?... " (1 Coríntios 6,3)

"Vi também tronos, sobre os quais se assentaram aqueles que RECEBERAM O PODER DE JULGAR..." (Apocalipse 20,4)

3 - INTRODUZEM-NOS NO CÉU

"Eu vos digo: fazei-vos amigos com a riqueza injusta, para que, no dia em que ela vos faltar, eles vos recebam nos tabernáculos eternos." (São Lucas 16,9).

SE LOUVAR, BENDIZER, GLORIFICAR, EXALTAR E HONRAR OS SANTOS FOR IDOLATRIA, ENTÃO O PRÓPRIO DEUS É IDÓLATRA...


Veja porque:

O próprio Deus é o primeiro a SERVI-LOS, LOUVÁ-LOS, HONRÁ-LOS e GLORIFICÁ-LOS :

1 - SERVE SEUS SANTOS

"Bem-aventurados os servos a quem o senhor achar vigiando, quando vier! Em verdade vos digo: cingir-se-á, fá-los-á sentar à mesa e servi-los-á. (São Lucas 12,37)

2 - LOUVA-OS

"... é judeu o que o é interiormente, e verdadeira circuncisão é a do coração, segundo o espírito da lei, e não segundo a letra. Tal judeu recebe o louvor não dos homens, e sim de Deus. (Romanos 2,29)

"... cada um receberá de Deus o louvor que merece" (I Coríntios 4,5)

"... para que a prova a que é submetida a vossa fé (mais preciosa que o ouro perecível, o qual, entretanto, não deixamos de provar ao fogo) redunde para vosso louvor, para vossa honra e para vossa glória, quando Jesus Cristo se manifestar" (I São Pedro 1,7).

3 - HONRA-OS: (São João 12,26; Romanos 2,7; 2,10; I Timóteo 3,13; I São Pedro 1,7; I São Pedro 2,7 );

4 - GLORIFICA-OS: (São João 12,26; Romanos 2,7; 2,10; I Timóteo 3,13; I São Pedro 1,7; I São Pedro 2,7 )

Mãe retira os olhos do filho por não fechá-los para rezar


Uma mulher arrancou os olhos de seu próprio filho, de apenas cinco anos, em represália porque não quis fechá-los para orar durante um ritual que celebravam sete pessoas -ao menos cinco da mesma família-, que asseguravam que na última quinta (24/05) "viria Deus" e "o mundo acabaria".
Maria do Carmen Rios García, de 23 anos, confessou que sua irmã, Lizbeth Rios García, lhe ajudou para que, sobre a mesa da cozinha, em casa de sua mãe,retirassem com as mãos os globos oculares de seu filho.



A agressão ocorreu em uma casinha simples da colônia San Agustín Atlapulco, o bairro mais marginalizado do município do oriente do estado do México. Um jovem de 17 anos, que estava preso na casa com outros três menores, assustou-se quando seu sobrinho começou a gritar; escapou e pediu auxilio aos vizinhos, que então chamaram a polícia. Quando os agentes chegaram ao local, encontraram Maria do Carmen rezando no meio de uma crise nervosa, enquanto abraçava com força o pequeno, que tinha o rosto tomado de sangue. Logo perceberam que o garoto não tinha os globos oculares e de imediato, assustados, pediram ajuda aos paramédicos.

Devido a gravidade, o garoto foi transladado em um helicóptero ao hospital no Distrito Federal, onde informam que seu estado é muito grave, pois ao que parece sofreu um derrame cerebral.

O adolescente que pediu ajuda contou aos polícias que desde domingo passado os adultos mantinham ele e outras três crianças trancados em um quarto. Diziam que tinham que rezar porque o mundo ia acabar, versão confirmada pela avó da vítima e dona da casa onde tudo aconteceu.

As autoridades apresentaram a agressora para os meios de comunicação, mas não permitiram que os repórteres fizessem perguntas à acusada, com o argumento de "não afetar o caso". Contam que durante o interrogatório a mulher não mostrou nenhum remorso.

O pai do garoto não participou nos fatos, mas foi intimado a declarar ante o Ministério Público. O problema é que o homem está em estado catatônico desde que soube o que aconteceu com o filho.

O chefe de polícia disse que as sete pessoas, cinco das quais pertencem à mesma família estavam orando a quatro dias porque acreditavam que na manhã da quinta-feira passada o mundo acabaria logo após a aparição de Deus. Todos foram presos e Maria do Carmen e Lizbeth serão acusadas de tentativa de homicídio, privação ilegal da liberdade e lesões corporais graves.

Fonte: Jornada

27 de maio de 2012

I.E.L.B(ANGLO CATÓLICO) EM QUE SOMOS DIFERENTES?



Em assuntos de disciplina, administração e procedimentos os Episcopais Latinos diferem da Igreja Católica Romana. Por exemplo, o Celibato Clerical que é uma questão de disciplina, é opcional entre os Episcopais Latinos. Podem ser ordenados homens casados, bem como, em muitos casos nossos clérigos podem, com consentimento do Bispo, contrair matrimônio, mesmo depois da ordenação. A expressão litúrgica é também uma questão de disciplina determinada pelo Bispo local. Por conseguinte, muitas comunidades Episcopais Latinas adotam a renovação litúrgica promulgada segundo o Concílio Vaticano II, enquanto outros mantêm a Liturgia Tridentina, até mesmo em latim ou em linguagem local moderna, segundo o desejo das comunidades locais. As Comunidades Episcopais Latinas (Vétero-Católicas) utilizam seu tamanho e a ausência de uma estrutura detalhista para se obter melhor organização e a vantagem de se utilizar a habilidade e a tomada de decisão para  acompanhar o sacramental e a vida de comunidade do crente, dentro da Revelação e da autoridade da Santa Bíblia e da Tradição Apostólica
Nosso Credo
Professamos o Credo Niceno que é uma declaração de fé cristã que é aceite pela Igreja Episcopal Latina do Brasil,Pela Igreja Católica Apostólica Romana, pela Igreja Ortodoxa Oriental, pela Igreja Anglicana e pelas principais igrejas independentes historicas e protestantes.ESCRITURAS SAGRADAS* CREMOS que as Escrituras do Velho Testamento e do Novo Testamento são a Palavra de Deus divinamente inspirada, infalível e autoridade máxima de nossa regra de fé e prática (II Tm. 3.16,17).* SANTÍSSIMA TRINDADECremos que há um só Deus, Sempiterno, Onisciente, Onipotente, Onipresente, Existente nas Pessoas da Santíssima Trindade: Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo (Mt. 28.19). Adoramos a Deus em Trindade; a trindade em unidade, não confundindo as pessoas, nem dividindo as substâncias. * DEUS CRIADORCremos que Deus é o Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis, conforme o relato do livro de Gênesis. * O HOMEM CRIADO POR DEUSCremos que o homem é criatura de Deus, segundo sua imagem e semelhança, dotado de livre arbítrio e que por sua desobediência, tornou-se pecador, pelo que o pecado passou a todos os homens (Gn. 1.26-27; Rm. 5.12-19).

26 de maio de 2012

23 de maio de 2012

Um Pedido no Amor de Deus do Rev.Renato Suhett+



Amado irmão(a),Paz e Bem! Estou tomando a liberdade de enviar esta solicitação de apoio a WEB TV REDE A VOZ DA FÉ(Associação missionária)www.tvavozdafe.com ,Para que possamos manter um instrumento de Deus que em um ano,tem levado SEM LIMITES,a todo mundo a mensagem simples ,direta e objetiva do Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!Temos a nossa web TV e Rádio funcionando ininterruptamente 24 hás todos os dias,sem parar.Os frutos são muitos e evidentes.Como exemplo,posso citar o caso da Catija Abdul Rahimo Muhsin(em facebook podem encontrar a ela e atestar a veracidade).Ela,sendo de origem Mozambicana(Beira), e conhecendo o idioma do Português de Portugal,se mudou desde cedo para o Paquistão e ,junto com a família,havia se tornado Muçulmana.Após procurar por nossas músicas pela internet e tendo encontrado a nossa WEB TV A VOZ DA FÉ,e após.uma relutância e análise,hoje está TOTALMENTE CONVERTIDA BEM COMO A SUA FAMÍLIA AO SENHOR JESUS CRISTO E A SUA GRAÇA!Como num País muçulmano,ela não pode assumir livremente a sua fé Cristã(ela DEIXOU o muçulmanismo),ela se aferra e se apega todo o tempo com sua família a programação da nossa web tv..São esses e outros testemunhos deste porte,que nos levam a pedir a você uma colaboração para que sigamos com esta programação,se o Senhor lhe confirmar em seu coração e se houver desejo e alegria no Senhor para isso.
Como ajudar? Basta que você se dirija ao nosso blog: www.renatosuhett.com
Do seu lado direito,você verá a opção de colaborar através de um boleto bancário ou através de cartão de crédito.Para os que estão no exterior ,há a opção do sistema PAYPAL ,que se encontra na parte de baixo do blog,bem como a opção do PAG SEGURO.O amado(a) escolherá o valor e fará como conforme o coração(Cada um colabore segundo estiver proposto em seu coração..porque Deus ama a quem dá com alegria) 2Cor.9:7).O importante é que você colabore com ALGO ,sem falta,se Deus o mover a tal,não se esqueça,pois até o fim deste mês de MAIO Teremos que pagar atrasados ,equipamentos comprados,etc..
Em Cristo Senhor Nosso:
Rev.Renato Suhett+ (OFAC),seu servo em Cristo;Paz e Bem!

22 de maio de 2012

Quem é Ele? É Excelência!!


Por Reverendo Pe. Kyrilos Carlos E. Santana
Paróquia Ortodoxa Cristo Salvador
Comunidade Recanto Vida Nova (Ordem Católica Ortodoxa de São Miguel Arcanjo)
Quem é Ele? 

Em química, Ele converteu a água em vinho;
Em biologia, nasceu sem a concepção normal;

 
Em física, desmentiu a lei da gravidade, quando subiu aos céus;

 
Em economia, Ele refutou a lei da diminuição ao alimentar 5000 pessoas com somente cinco pães e dois peixes;
Em medicina, curou os enfermos e os cegos sem administrar nenhuma dose de droga;

Em história, Ele é o PRINCÍPIO e o FIM;

No governo, Ele foi chamado maravilhoso, conselheiro, o Príncipe da Paz,
o
Rei dos Reis e Senhor dos Senhores;

 
Na religião, disse que ninguém vem ao Pai senão através d'Ele;
Ele é o único caminho;


Então... Quem é Ele?
Ele é Jesus!

Os olhos que lêem esta mensagem não temerão ao mal.
A mão que enviar esta mensagem, não trabalhará em vão.
E a boca que diga amém a esta oracão sorrirá sempre.
Permanecerá em Deus e buscará seu rosto sempre.
AMÉM!!!

O maior homem da história: Jesus!!!
Ele não tinha servos, e no entanto o chamavam de Senhor.
Não tinha nenhum grau de estudo, e no entanto o chamavam de Mestre.
Não tinha medicamentos, mas era chamado de médico.
 
Ele não tinha exército, mas reis o temeram...
Ele não ganhou batalhas militares, e no entanto, conquistou o mundo!
Ele não cometeu nenhum delito, e no entanto foi crucificado.
Foi enterrado em uma tumba, e no entanto, Ele vive!!!
Me sinto honrado em servir a este líder que nos ama!



Se você crê em Deus e em Jesus Cristo, seu filho...
Reenvia esta mensagem.
 
Se não, simplesmente ignora...
Se você não o buscar, com certeza Ele irá te encontrar!